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TEXTOS

Page history last edited by Fábio Vinícius Gôngora 9 years, 10 months ago

 

Poesia Negra na Literatura Afro-Brasileira.pdf

Conferencia_Mundial_contra_o_Racismo.pdf

Curriculo_afrocentrado.pdf

Introducao_a_organizacao_social_e_politica_africana.pdf

Modalidades_de_Racismo.pdf

Ideologia_Tortuosa.pdf

Mulheres_negras_recebem_menos_anestesia.pdf

Negros_e_pardos_ganham_em_media_40_menos_que_brancos_diz_IBGE.pdf

O_continente_africano_-_perfil_historico.pdf

Partilha_resistencia_e_colonialismo.pdf

Racismos_Contemporaneos.pdf

Sociedade_-_Racismo_no_mundo.pdf

Valores_civilizatorios_em_sociedades_negro-africanas.pdf

Tortuosos_Caminhos.pdf

Internet_e_Ensino_de_Historia_e_Cultura_Afro.pdf

O que nao fazer no dia do indio.doc

 

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Cadernos Temáticos

http://www.pedagogia.seed.pr.gov.br/arquivos/File/Alunos_Especiais/cadernohistcultafro1.pdf

http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/cadernos_tematicos/tematico_raciais.pdf

Educacao_Etnico_racial.pdf

 

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História Geral da África

A Coleção  foi produzida para contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Para mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.

 

Assim, 350 cientistas coordenados por um comitê formado por 39 especialistas, dois terços deles africanos, completaram o desafio de reconstruir a historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro. São quase dez mil páginas dos oito volumes da Coleção História Geral da África. Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza.

 

Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto.

 

Faça aqui o download da coleção.

 

 

 

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Sundiata, o Leão do Mali - Uma Lenda Africana (Will Eisner)

Will Eisner é um dos quadrinistas mais importantes do mundo. Conhecido por ter criado o super-herói Spirit, ele é autor de histórias ambientadas em Nova York -cidade onde nasceu- que tematizam a solidão da vida numa metrópole. O cartunista também adaptou uma série de obras literárias para os quadrinhos: ´Dom Quixote´, em ´O último cavaleiro andante´; ´Moby Dick´, em ´A baleia branca´; e ´A princesa e o sapo´, dos irmãos Grimm, todos publicados pela Companhia das Letras. ´Sundiata´ é uma tradicional história do oeste da África que descreve a luta do príncipe ´Sundiata´ e do povo de Mali contra a opressão do poderoso Sumanguru, o rei de Sosso. Nos quadrinhos ao mesmo tempo realistas e expressionistas de Eisner, coloridos em ocre e cinza, a lenda é narrada pela Pedra Cinzenta do Mal, que conta a história desde a formação de Mali, às margens do rio Niger. Depois de vencer o povo malinês, o vilão Sumanguru, temido por seus poderes mágicos, poupa um dos descendentes da linhagem real: Sundiata, um menino que, por ser coxo, não havia participado da batalha. Curado por um xamã, Sundiata transforma-se num homem e aprende os segredos da floresta. Os dois oponentes, Sundiata e Sumanguru, enfrentam-se numa batalha representada com dramaticidade pelos traços fortes de Eisner. A história recontada pelo cartunista éuma fábula sobre a vitória da sabedoria e da sinceridade sobre o poder destrutivo da ganância.

 

HQS PARA DOWNLOAD 

 

LINK PARA DOWNLOAD:

Sundiata_Uma_lenda_africana.pdf

 

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Maus, o holocausto em quadrinhos - Art Spiegelman

      Um dos mais marcantes e verdadeiros relatos do que aconteceu em meio à tragédia que teve início na Alemanha foi apresentado ao mundo na forma de uma história em quadrinhos. Maus, de Art Spiegelman, publicado no Brasil pela Editora Brasiliense  nos traz um impressionante relato da trajetória de um Judeu em meio à guerra. O judeu em questão é o pai do autor, que é apresentado na história já como uma pessoa de idade, narrando ao filho sua passagem pela guerra. Portanto, o livro é baseado em fatos reais, um relato detalhado, minucioso até, que nos apresenta tudo em detalhes, inclusive a personalidade das pessoas envolvidas.

     Em Maus, mais que os desenhos, o que salta aos olhos é o roteiro. Os personagens são muito bem caracterizados, têm vida própria, pulsante. É difícil permanecer indiferente à leitura desta obra. A crueldade dos fatos é gritante, machuca, incomoda. A qualidade com que o autor associa texto e imagens é tal, que é impossível não imaginar na própria pele a dor, a angústia, o medo e o terror impostos pelos nazistas.

     A caracterização dos personagens é um capítulo à parte. Os judeus são retratados como ratos, os alemães como gatos, os americanos como cachorros e os poloneses como porcos. Isso não diminui a grandeza da obra. Pelo contrário! Aumenta ainda mais, pois, além da originalidade, torna a leitura ainda mais fluente. Outro mérito é o humor, muitas vezes ácido e corrosivo, mas sempre inteligente.

 

   

 

 

 

LINK PARA DOWNLOAD:

Maus Vol.1 A Historia de um Sobrevivente.pdf

Maus Vol.2 A Historia de um Sobrevivente.pdf

 

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“O índio descobriu primeiro”. Este é o título de um dos muitos artigos que compõem o site Índio Educa, projeto desenvolvido pela ONG Thydewá e formado por um time de universitários indígenas de diferentes etnias e regiões do Brasil. A ideia surgiu em 2008 e hoje o portal já conta com cerca de 200 textos escritos por eles, que ajudam recontar a história, indo de encontro com versões mais tradicionais.

 

Em 2008, impulsionados pela Lei 11.645 – que torna obrigatório o ensino das Histórias Afro-Brasileira e Indígena no currículo oficial da rede de ensino –, o pessoal da organização Thydewá começou a reunir jovens interessados em produzir material que servisse de apoio a professores e alunos. Em 2011 o portal Índio Educa estava pronto para seu lançamento.

 

A plataforma online tem o objetivo de produzir material educativo, tentando desconstruir alguns preconceitos como a ideia de que índios ainda vivem nus. “O portal responde às perguntas formuladas na cabeça das pessoas que, desde quando se ouvia falar de índio, condicionavam (e ainda condicionam) o estereotipo de indígena”, explica Hemerson Dantas, colaborador da Aldeia Pataxó de Pau Brasil.

“O Índio Educa é destinado a professores, que podem utilizar livremente o conteúdo lá contido em suas aulas para que os alunos entendam o indígena da maneira mais real possível. Pensando assim, nada melhor do que o próprio índio contando sua história, ou seja, sendo protagonista”, conclui Hemerson.

 

Acesse o site:

Índio Educa

 

Saiba mais:

 www.revistadehistoria.com.br/secao/sala-de-aula/indio-educa-1

 

catracalivre.com.br/geral/educacao-3/indicacao/indigenas-montam-site-e-contam-sua-versao-da-historia-em-materiais-didaticos/

 

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